Clássico em diversas eras
Essa formação conta com o sempre fiel Tony Iommi, o baixista Geezer Butler, também muito presente, o vocalista Ronnie James Dio, cuja carreira solo é bem notória, e o batera Vinny Appice, que já havia tocado em turnês com a banda. No meu último aniversário (brigadão, Ju & Renato), ganhei de presente o CD que eles lançaram com essa formação, composto em sua maioria por músicas da época do Dio no Sabbath e por algumas novas. Ótimo trabalho! É incrível o que os pais do heavy metal ainda tem a acrescentar depois de mais de 30 anos de carreira.
Outra coisa curiosa sobre o Black Sabbath é que, embora muitos considerem como “clássica” a primeira formação, com o Ozzy Osbourne no vocal, existem ótimos discos que não são dessa fase, mas não emplacaram muito. Por exemplo, o Born Again, que muitos chamavam de “Deep Sabbath”, porque o vocalista foi o Ian Gillan, da fase “clássica” e também atual do Deep Purple. Grande disco. E quase ninguém conhece. Outro, Seventh Star, com ninguém menos que “The Voice Of Rock”, Glenn Hughes (que também foi do Deep Purple em outra época).
Com tudo isso, chego à conclusão que Tony Iommi merece os parabéns. Não só criou um estilo, inclusive em função de uma limitação física (assunto para outro post), mas carregou o piano por mais de 30 anos, fazendo muitos trabalhos de qualidade com times diversos.
“Your past is your future left behind.”
Ronnie James Dio
Moe.
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