Idos Tempos

Vikk Johnson (d), Gusta Barrancos (g), Bia Sousa (v), Lennon Fernandes (b), Moe (g).
A tônica desse post é saudosista, mas não tem só esse sabor. É que cada vez que penso em um projeto musical, penso em todo o amor pela música envolvido e compartilhado pelas pessoas. Fico pensando sobre como esse trabalho é diferente de qualquer outro no mundo.
Imagine que você só trabalha com amigos, com quem tem um certo grau de intimidade. Você “pode” falar o que quiser, eles também, não há “chefe” na equipe, e todo mundo faz o que gosta. Isso é uma banda de rock. É diferente de você ter um projeto seu, é diferente de qualquer outra coisa. Mas, acredito que a entidade mais próxima de uma banda de rock seja uma família.
Primeiro, você pode falar tudo, devido à intimidade. Não quer dizer que você deva falar coisas que vão machucar as pessoas. Segundo, não há um chefe, o que não quer dizer que não haja ordem, organização de algum tipo. Ainda que seja uma organização abstrata.
Eu não lembro exatamente quanto tempo durou essa banda, mas foi o suficiente para muito aprendizado musical, para muita diversão, para nutrir muito as amizades que temos. Foi o suficiente para deixar saudades.
“Part of the world that you live in…You are the part that you’re giving.”
Renaissance
Moe.
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Junho 10th, 2009 às 18:11
PUTA-QUE-PARIU POR EXTENSO E COM CAPS LOCK… Perfeita analogia de banda e família… Eu acredito piamente na “diplomacia do falar” e nas famílias praticamos isso o tempo todo, por mais que a gente solte o verbo “pelo bem e pelo mal”. Lendária banda essa aí… que sempre existirá quando estivermos por perto com alguns equipamentos plugados… … … hehe E todo mundo deveria ter algo assim na vida.. que é isso que levamos nela e dela para todo sempre.