Sonhos lúcidos com uma trilha sonora incrível…
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Mama Said
09/02/12
Told me when I was young
“Son, your life’s an open book, don’t close it ‘fore it’s done”
“The brightest flame burns quickest” is what I heard her say
A son’s heart owed to mother
But I must find my way…
Let my heart go
Let your son grow
Mama, let my heart go
Or let this heart be still, yeah, still
Rebel my new last name
Wild blood in my veins
Apron strings around my neck
The mark that still remains
Left home at an early age
Of what I heard was wrong
I never asked forgiveness
But what is said is done
Let my heart go
Let your son grow
Mama, let my heart go
Or let this heart be still
Never I asked of you but never I gave
But you gave me your emptiness that I’ll take to my grave
Never I ask of you but never I gave
But you gave me your emptiness, I now take to my grave
So let this heart be still
Mama, now I’m coming home
I’m not all you wished of me
But a mother’s love for her son unspoken helped me be
Yeah, I took your love for granted
And all the things you said to me, yeah
Need your arms to welcome me
But a cold stone’s all I see…
Let my heart go
Let your son grow
Mama, let my heart go
Or let this heart be still
Let my heart go
Mama, let my heart go
You never let my heart go
So let this heart be still
Oh, oh, oh, whoa…
Never I asked of you but never I gave
But you gave me your emptiness that I’ll take to my grave
Never I ask of you but never I gave
But you gave me your emptiness, I now take to my grave
So let this heart be still…
(Hetfield)
Moe.
[Atomic Lab]
Mother
26/01/12
Mother do you think they’ll like this song?
Mother do you think they’ll try to break my balls?
Oooh…ahh, Mother should I build the wall?
Mother should I run for President?
Mother should I trust the government?
Mother will they put me in the firing mine?
Oooh…ahh, is it just a waste of time?
Hush now baby, baby, don’t you cry.
Mama’s gonna make all of your nightmares come true.
Mama’s gonna put all of her fears into you.
Mama’s gonna keep you right here under her wing.
She won’t let you fly, but she might let you sing.
Mama’s gonna keep baby cozy and warm.
Ooooh baby, ooooh baby, oooooh baby, of course mama’s gonna help build the wall.
Mother do you think she’s good enough, for me?
Mother do you think she’s dangerous, to me?
Mother will she tear your little boy apart?
Oooh…ah, Mother will she break my heart?
Hush now baby, baby don’t you cry.
Mama’s gonna check out all your girlfriends for you.
Mama won’t let anyone dirty get through.
Mama’s gonna wait up until you get in.
Mama will always find out where you’ve been.
Mama’s gonna keep baby healthy and clean.
Ooooh baby, oooh baby, oooh baby, you’ll always be baby to me.
Mother, did it need to be so high?…
(Waters)
Moe.
[Atomic Lab]
Sobre a Morte de Amy Winehouse…e tantos outros
01/08/11
Claro que isso não faz de mim um gênio. Também espero que os fãs dela não me entendam mal, mas tem horas em que a gente encontra o que procura.
É incrível como se traça um paralelo fácil entre o estrelato (rock stars, atores, etc) e a morte súbita e prematura. Isso não é novidade e também não começou com Jimi Hendrix. E também não parou em Heath Ledger, como já pudemos perceber.
Isso me faz lembrar de um seriado que eu assistia. Uma das protagonistas estava em um caminho de auto-destruição desde o primeiro episódio. Quando ela morreu, no final da terceira temporada, a série foi resumida no meio da temporada seguinte, porque perdeu muita audiência e foi duramente criticada. Criticada por estar de acordo com a vida real, onde isso acontece de verdade. O que concluo disso é que ver alguém flertando com a morte (tanto na tela quanto numa vida extremamente distante da sua e que você pensa conhecer) é muito interessante para o ser humano. Mas, quando o flerte “cola” e o inevitável acontece, ah, isso ninguém quer ver.
A arte imita a vida, a vida imita a arte, sei lá. A verdade é que nessa história toda, a vida fica banalizada. Quem perde alguém sabe o quão frágil e preciosa é a vida. E, quando acontece algo assim, se coloca no lugar dos familiares que ficam. É só esquecer do artista e imaginar a pessoa que tem por trás e pouca gente conhece. É nesse momento que a poesia acaba.
A dor inspira muitas coisas, isso é bem verdade. Mas será que é realmente necessário que a inspiração venha daí? Diversos artistas que lembro e não vou citar tiveram o fim de suas carreiras marcados por obras depressivas e cheias de dor. Algumas muito boas, por sinal. Boas no âmbito artístico. Mas, será que o ouvinte teve empatia suficiente para imaginar o que a pessoa estava passando para fazer aquela obra?
“Há quem aprenda pelo amor, há quem aprenda pela dor”, dizia uma pessoa muito amada. O segundo aprendizado muitas vezes não depende de escolha nossa, mas o primeiro sim.
E onde isso se cruza com a música?
A vida é feita de oportunidades. Únicas, cada uma delas. O ideal seria que o ser humano conseguisse tirar proveito delas, colaborando com o crescimento da raça. E também parasse de perder tempo fazendo merda.
“How long must I put up with the unholy sound of your gun?”
Kip Winger
Moe.
[Atomic Lab]
P. S.: Obrigado ao meu amigo Edson Rossatto, que, ao me deixar umas duas horas esperando no metrô, acabou criando a oportunidade de um novo post. =D
E no terceiro dia…
01/03/11
As pessoas mais próximas a mim sabem do acontecimento de Fevereiro, e sabem exatamente o que tudo isso significa para mim. Sabem que significa que tenho que tomar as rédeas de muitas coisas, que tenho que fazer coisas que já deveria estar fazendo há muito tempo, sabem que estou pensativo, meditando sobre a minha vida e o que mais vem a seguir. Esse blog não tem um caráter pessoal, mas tem certas coisas que afetam todas as esferas da sua vida, logo, este espaço não iria escapar também.
Mas, longe de ser algo com objetivo de deixar alguém deprimido, devo dizer que é possível estar em paz, mesmo não podendo ainda estar feliz. Tudo mudou para sempre, simplesmente porque EU mudei para sempre. Mas tudo que guardo dentro de mim, todas as coisas boas que guardo, estarão sempre aqui e sempre me levando para frente, junto com minha fé, com as orações e ajuda dos bons amigos e amigas e também com o suco que todos sabem que é um grande alimento para mim, a música.
Antes de tudo acontecer, tinha recebido um convite do meu amigo Neto para tocar com a banda dele numa festa, já que eles estão com um guitarrista só. Topei na hora. O repertório bem variado, tendo de Queen a Raul Seixas, passando por Supertramp, Men At Work, Cazuza e Barão Vermelho, Bob Marley e muitas outras coisas, inclusive composições da própria banda, que podem (e devem) ser conferidas no site deles, com download gratuito, vídeos no Youtube, letras e tudo mais. Aposto que já tem gente surpresa nesse ponto, por causa da diversidade. Minha mãe, sabendo de como eu gosto de tocar ao vivo (tocar, de qualquer forma possível, na verdade) estava muito contente com isso, me incentivou muito, como sempre. Daí, com tudo que aconteceu, sobrou uma semana para aprender o repertório todo, de mais ou menos 80 músicas. Isso em meio às outras tarefas que a vida me apresenta.
Deu tempo? Eu fiz dar tempo. Tiveram muitas coisas que teriam feito muita gente desistir, mas eu fui mesmo assim. Até o jantar, uma hora antes da hora combinada no local, atrasou. Celular sem funcionar. Bom, várias coisas. Várias coisas irrelevantes. Deu certo? É melhor perguntar para quem foi. Mas, do meu ponto de vista, de cima do palco, depois de estar tocando por quase quatro horas e o pessoal não querendo que a banda pare, acho que é um forte indício de que a resposta seria ‘sim’.
Curti demais e consegui tirar minha cabeça de todo o resto, naquele transe magnífico que só acontece no palco, quando você tá tocando sem ensaiar com a banda (na verdade, conheci a galera subindo no palco), principalmente se for alguma música diferente daquelas 80, que você nem ouvia há muito tempo, e você agradece a Deus por ter um ouvido colado no amp do baixo e um olho vidrado na mão do tecladista. Fazendo tudo isso ao mesmo tempo, ainda tentando colaborar com uns backings, você não vai conseguir pensar em mais nada. E quando dá certo você sente aquela reafirmação de que você tá no lugar certo, tá fazendo a coisa certa. Não que eu tivesse dúvida. Mas como dizem alguns, não é ver para crer, é preciso crer para ver.
Quero agradecer todo o pessoal da Hepen, Eder (bass/vox), Pedro (drums), Edilson (keys), especialmente o Neto (guitar/vox) pelo convite, além do pessoal do Fecha Bodegas, uma galera que realmente curte o som, agita muito mesmo depois de um dia inteiro de festa, até as 3 e meia da manhã. Foi o primeiro show que toquei onde você ouvia de um lado ‘toca Raul’ e do outro ‘toca um Petrucci aí’. E especialmente também quero agradecer minha noiva Vanessa, por me aturar falando quase que só disso por dias enquanto me preparava pra jornada, e também no caminho inteiro. Ida e volta.
“Always be my Guide and show me my way.”
Moe.
[Atomic Lab]



